segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Servidores da Alepe conhecem centrais sindicais

O Sisalepe se prepara para firmar vínculo com uma central sindical. Com o objetivo de esclarecer os servidores da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), a entidade realizou um debate com a participação de Glaucus Lima, da Central Única dos Trabalhadores (CUT); Ricardo Marques, da Força Sindical e Valéria Silva, da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB). As três centrais estão entre as seis maiores do Brasil.


Os representantes das centrais falaram sobre o surgimento e a história de cada uma, na última sexta-feira (26). Glaucus Lima informou que "a CUT nasceu questionando o modelo sindical existente em 1983, ano da sua criação".


De acordo com Ricardo Marques, "a Força Sindical surgiu em 1990 com a usência dos sindicatos das empresas privadas, para lutar por essa categoria". Já a CTB, a mais jovem, foi fundada em 2007, durante seu primeiro congresso nacional. "Central é aglutinação de entidades. Somos classistas, de luta e trabalhamos para a construção de uma sociedade melhor", assegurou Valéria Silva.


Imposto sindical, reforma tributária, concurso público, unicidade e organização sindical, Convenção nº 151 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) foram outros temas abordados na conversa com os servidores do Legislativo pernambucano.


No próximo dia 8 de setembro (quinta-feira), o Sisalepe realizará uma assembleia-geral, às 14h. O presidente do sindicato, Josias Ramos, informou que os servidores votarão a filiação a uma central sindical. "Além disso, encaminharemos as novidades sobre a Pauta de Reivindicações 2011, que já foi entregue ao presidente Guilherme Uchoa (PDT) e ao primeiro-secretário João Fernando Coutinho (PSB) na semana passada", anunciou.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

CUT luta para destravar pauta dos trabalhadores no congresso

O presidente da CUT, Artur Henrique, classificou de positivo o Dia de Pressão feito quarta-feira da semana passada em Brasília, para o Congresso colocar na pauta os projetos de interesse dos trabalhadores.


Durante todo o dia, cerca de 500 sindicalistas fizeram um corpo-a-corpo com deputados federais e senadores sobre a necessidade do Senado e da Câmara Federal aprovarem a redução da jornada para 40 horas semanais, o fim do imposto sindical e o fim do fator previdenciário e outros assuntos.


Fonte: http://www.mundosindical.com.br/sindicalismo/noticias/noticia.asp?id=6909

Pesquisa da Câmara revela preferências sobre a reforma política

Realizada entre os usuários do serviço 0800 da Câmara Federal, pesquisa demonstra que a maioria das pessoas que acompanha os debates da reforma política é contra a lista fechada preordenada e o financiamento público exclusivo de campanhas. Os entrevistasdos, no entanto, apoiam o fim das coligações nas eleições proporcionais.

Acompanhe os detalhes:

http://correiodobrasil.com.br/pesquisa-com-0800-da-camara-revela-preferencias-na-reforma-politica/283842/


segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Votação da extinção do fator previdenciário ficou para setembro

O futuro dos trabalhadores brasileiros que dependem da previdência pública poderá ser definido em breve. O Governo Federal marcou para setembro a data limite dos debates com as centrais sindicais para decidir a substituição do chamado fator previdenciário. Criado em 1999, o mecanismo reduz o valor do benefício em até 40% para quem já possui condições para pedir a aposentadoria, mas é considerado jovem demais para deixar de trabalhar.



A principal vantagem para o Governo é a redução de gastos da previdência. Até o ano passado, o fator previdenciário representou uma economia de R$ 31 bilhões para os cofres federais. A previsão para 2011 é de R$ 9 bilhões.


Chega, chega de esperar!

Cansados de esperar uma resposta positiva da União, os servidores públicos federais decretaram esta segunda-feira (15) como um dia de paralisação nacional. A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef) organizou o movimento a fim de pressionar o Governo Federal que, na semana, descartou conceder aumento salarial para se proteger de uma possível crise econômica provocada pela instabilidade dos Estados Unidos.


Os servidores, no entanto, reivindicam a extensão dos benefícios da tabela salarial criada pela Lei nº 12.277/10, que concedeu, no ano passado, reajustes de até 78% a cinco cargos de nível superior. Hoje, portanto, é o dia do "chega", chega de esperar, para os servidores federais.


Também está marcada a plenária nacional da categoria, próxima segunda-feira (22), para avaliar o andamento da negociação com o Governo e a necessidade de fortalecer o movimento. A categoria avalia possibilidade de decretar greve nacional.